In 1999 I got divorced from my first wife, and since I had been submitted to Max’s brain washing some years earlier, I decided it was time to make my dream come true.
I started studying sailboat construction, got books, researched every possible source, and bothered many people.
During two or three years I dedicated myself deeply to the subject. I visited two boatyards, Metallic Boats, in Triunfo (RS, Brazil) and Elan, in Slovenia. I went to Rio de Janeiro to meet the legendary Roberto Barros “Cabinho”, one of the co-authors of Paratii’s design, the aluminum sailboat that Amyr Klink built for his wintering and later circumnavigation of Antarctica.
I was choosing the ideal design, among many world known designers, but I didn’t have the courage to start such unknown path.
Little by little I put the books aside and stopped looking for people who could help me. I decided to let the time go by, and wait.
O sonho quase morreu
Em 1999 me divorciei da minha primeira mulher, e como fui submetido àquela lavagem cerebral pelo Max alguns anos antes, resolvi que era a hora de começar a realizar meu sonho.
Comecei a pesquisar a respeito de construção de veleiros. Comprei livros, pesquisei em todas as fontes possíveis, incomodei muita gente.
Durante dois ou três anos me dediquei ao assunto com certa profundidade, fui visitar dois estaleiros, o Metallic Boats, em Triunfo (RS) e o Elan, na Eslovenia. Fui até o Rio de Janeiro conhecer o lendário Roberto Barros “Cabinho”, um dos co-autores do projeto do Paratii, o veleiro de alumínio que Amyr Klynk construiu para sua invernagem e posterior circumnavegação da Antártica.
Estava escolhendo o projeto ideal, entre vários projetistas reconhecidos mundialmente, mas não tive a coragem de iniciar uma caminhada tão desconhecida pra mim.
Aos poucos fui deixando os livros de lado e parei de procurar pessoas que pudessem me ajudar. Resolvi deixar o tempo passar, e aguardar.
Skipper,
ReplyDeleteos sonhos não morrem, ficam hibernando. Aí um belo dia, como acontece com aquelas flores que brotam no meio do deserto depois de uma chuvarada, eles renascem.
Pelas minhas valiosas contribuições ao projeto, faço questão de um beliche que não seja na proa, e de quartos de leme em horário privilegiado.
Abraço,
Max, aka The Brainwahser